sábado, 19 de dezembro de 2009

Vampiros

Vampiros- Elegantes e sedutores

                                  
       Sempre amei vampiros, mas agora é muita modinha, e isto me irrita um pouco, desde pequena tive admiração por eles, sua aparência, seu charme, a lenda.Soube da existência deles com 5 anos (hahaha, podem rir) porque peguei um livro infantil, onde o personagem principal era um vampiro.O conde Vladimir (Drácula se preferir).Então vou postar aqui a real lenda dos vampiros.Desde o principio.

Lendas de vampiros existem a muito tempo.Os rumores da existência de tal "espécie" surgiram na Grécia a aproximadamente a 125 a.c.Pode-se afirmar que a lenda grega tenha sido o primeiro registro por escrito, porém as origens de muitos mitos se perderam quando a tradição oral prevalecia. Lendas sobre vampiros, no geral, se originaram no oriente e viajaram para o ocidente através da Rota da Seda para o Mediterrâneo. De lá, elas se espalharam por terras eslavas e pelos montes Carpatos. Os eslavos, diga-se de passagem, têm as lendas mais ricas sobre vampiros.Elas estavam originariamente mais associadas aos iranianos e à partir do século VIII(8) é que se espalharam por terras eslavas. Quase na mesma época em que essas histórias começaram a se difundir, iniciou-se o processo de cristianização da região, e as lendas de vampiros sobreviveram como mitos muitas vezes associados ao cristianismo.
                                        

Mais tarde, os ciganos migraram para o oeste pelo norte da Índia, e seus mitos se fundiram com os mitos dos eslavos.Na Ìndia podem-se encontrar muitas lendas de vampiros.

Vampiros eram criaturas temidas, porque matavam pessoas ao mesmo tempo em que se pareciam com elas. A única diferença era que eles não possuíam sombra, nem se refletiam em espelhos. Além disso podiam mudar sua forma para a de um morcego, o que os tornavam difíceis de capturar e bastante perigosos. Durante a luz do dia dormiam em seus caixões, para à noite beber sangue humano, já que os raios eram letais para eles. O método mais comum era, pela meia noite, voar por uma janela na forma de um morcego e morder a vítima no pescoço de forma que seu sangue fosse totalmente sugado.

Diz a lenda que os vampiros não podiam entrar numa casa se não fossem convidados. Mas uma vez que eram, poderiam retornar quando bem entendessem. Os vampiros eslavos não eram perigosos somente porque matavam pessoas, (muitos seres humanos também faziam isso e fazem ainda), mas também porque suas vítimas, depois de morrerem, também se transformavam em vampiros. A característica mais temida dos vampiros era o fato deles serem praticamente imortais. Apenas alguns ritos podiam matar um vampiro como por exemplo: transpassar seu coração com uma estaca, decaptá-lo ou queimar seu sangue.

Na época em que se acreditava muito em vampiros, quando uma pessoa morria de forma misteriosa, deixando duvidas se fora ou não atacada por um vampiro, as pessoas, para evitar que esta determinada pessoa se levantasse e sugasse sangue de mais mortais, colocavam uma estaca atravessando o maxilar e o crânio do falecido.

Esse tipo de vampiro, que descrevi em parágrafos anteriores, é o mais conhecido, por ter sido imortalizado na figura do mais famoso vampiro de todos os tempos, o Conde Drácula, de Bram Stoker.

Voltaire (François-Marie Arouet, frequentemente usou suas obras literarias para fazer críticas a igreja católica, seu pseudônimo é Voltaire) escreveu uma longa entrada sobre vampiros no seu Dicionário Filosófico. Dessa obra faz parte a seguinte definição de vampiro:
"Estes vampiros eram corpos que saem das suas campas de noite para sugar o sangue dos vivos, nos seus pescoços ou estômagos, regressando depois aos seus cemitérios."

O vampiro é um personagem muito comum na literatura de horror e mitológica, existindo tantas versões do seu mito quanto existem usos desse conceito. Alguns pontos em comum são o fato de ele precisar de sangue (principalmente humano) para sobreviver, de não poder sair na luz do Sol, de se transformar em morcego e de poder ser "morto temporariamente" por uma estaca que atravessa seu coração(entre a sétima e a oitava costela, preferencialmente).

Os vampiros mais famosos são o Drácula de Bram Stoker, o Lestat de Lioncourt de Anne Rice e Nosferatu. No Brasil, os mais famosos são, Bento Carneiro o vampiro brasileiro (personificado por Chico Anysio),Zé Vampir (de Mauricio de Sousa), o Bóris Vladescu o vampiro da época medieval (personificado por Tarcísio Meira), o Conde Vlad, personagem da novela Vamp interpretado pelo ator cômico Ney Latorraca.

Os vampiros têm aparições antiqüíssimas na mitologia de muitos países, principalmente dos da Europa, (leste europeu) e os do antigo oriente próximo, na mitologia da Suméria e Mesopotâmia, onde surge como filho de Lilith, sendo confundido com Incubus.

Segundo a lenda, os vampiros podem controlar animais daninhos e noturnos (morcegos, ratos, corujas, aves noturanas..etc), podem desaparecer numa névoa e possuem um poder de sedução muito forte. Formas de combatê-los incluiriam o uso da hóstia consagrada, dos rosários, água benta, alhos, metais consagrados, etc.

Nas primeiras lendas sobre vampiros eles se transformam em cães ou lobos, na Europa não existem morcegos hematófagos (que se alimentam de sangue) e essa associação só passou a existir depois da criação de Drácula. Em muitas das lendas antigas eles se transformavam nas noites de lua cheia, o que permite pensar que a lenda do Lobisomem e a dos vampiros tenham um fundo comum.

Apesar de ter bastante gente que acredita, ainda mais hoje em dia ainda há muitas pessoas falam que alguns desses são invenções e realmente acreditam que eles existem.

Há varios tipos de vampiros, dentre eles:

Obours-Os Obours são vampiros búlgaros e se parecem com vampiros normais mas têm apenas uma narina e a língua longa e pontiaguda. Eles podem ser imobilizados se colocadas rosas em seus sepulcros. Podem ser destruídos se conjurada uma palavra mágica numa garrafa e a mesma atirada numa fogueira.(essa dica pode ser assistida num ótimo filme "The Fearless Vampires Killers)
Baital – vampiros indianos. São metade homem, metade morcego, e têm mais ou menos um metro e meio de altura
Vlokoslav – vampiros sérvios.Podem assumir a forma de um cavalo ou de uma ovelha. Comem as suas vítimas e bebem o seu sangue. Podem ser destruídos quando são decepados os dedos dos pés ou com um prego trespassado no pescoço.Apresentam pessoas trajadas de branco. São diurnos e noturnos.
Lamia – São exclusivamente fêmeas. São metade humana, metade animal (geralmente uma cobra).São destruídas com armas normais.Elas também comem a carne das suas vítimas e bebem o seu sangue.Assim como os "Vlokoslav"(cruzes que nome difícil hauhauhau -nn)  


Strigoiul –Vampiro romano. São muito parecidos com o vampiro original, mas preferem atacar em bando. Podem ser destruídos se for posto alho na sua boca ou removendo-lhes o coração.
Ekiminu –São espíritos malignos assírios, metade vampiro, metade fantasma, causados por um sepultamento impróprio. São destruídos por armas de madeira ou para ritos de exorcismo.(Ekiminu ahuhauhua mais um nome esquisito-qq)
Rakshasa – Poderosa vampira e feiticeira indiana. Normalmente aparenta um ser humano com características animais (garras, por exemplo). Podem ser destruídas por fogo extremo, luz solar ou exorcismo.
Baobhan Sith –È uma fada demónio escocesa, que aparece como uma jovem a dançar para um homem até o esgotar, para depois se alimentar dele. É morta por ferro frio.
Asanbasam – Vampiros africanos. São vampiros normais só que possuem em vez de pés, cascos(como Satan). Tendem a morder as suas vítimas no polegar.
Ch'Iang Shih-São vampiros chineses e são criados quando um gato pula sobre o corpo de um cadáver. Eles matam com um bafo venenoso para então drenar o sangue. Se encontram uma pilha de arroz, tem que contar os grãos antes de passar. Sua forma imaterial é uma esfera de luz.  
Viesczy- São vampiros russos e têm um ferrão sob a língua e só podem ser destruídos por fogo. Quando incendiado, seu corpo explode e dá origem à centenas de larvas e ratos. Se um deles escapar, o espírito retornará para reclamar vingança.

Andei pesquisando em sites sobre vampiros, e em um eu achei algo sobre um ritual para virar um vampiro, bem, eu não acredito muito que possa funcionar, não mesmo, mas quem se interessar clique:   http://www.templeofmagic.hpg.ig.com.br/rituais/rt11.htm 
             Bom, aqui jaz um pequeno resumo sobre os vampiros. (: Espero que tenham gostado.

                                                         

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Poemas

Ministério da Saúde adiverte: Após a leitura destes "ditos" poemas, podem se sentir dores de cabeça, nauseas e mal estar, devido a terrivel escrita encontrada neles. -qq D: mas é praticamente verdade.
                
O velho

"Um Velho de ouro com um relógio de luto
Resmungando em suspiros sobre a vida de um minuto.
Vinham os reis, padres e frades
E perguntavam-no o porquê de tal luto resoluto.
O velho de ouro os respondeu
Escondeu um agouro e depois se rendeu
Disse que o mundo estava perdido
Mal dito isso e já fazendo pedido.

O tal velho era um sábio
Com um relógio de luto quebrado
Previa o futuro mas sempre havia um 'furo'
E por isso ficava com cara de tacho
Xingando sempre o relógio de chato.


O Tempo


O tempo se desfaz
Liquefaz, e se des-traz
Ao aveço do arabesco
Ele se faz e desfaz
Como débil e tenaz
Voa com o vento
Vai entre ruídos
Vai e voa em paz
Dizem, nada mais.

Porém,
No leito do rio
E no cântigo do dia
Ele jaz.

O tempo se desfez
Voou com o orvalho
Inexistente na sina
De retornar ao fim da vida.

Pois o vento suspira:
O tempo se é
Nada será, nada foi
Jamais voltará, jamais.


Noite


É noite
nada acontece
o vento rui
mas o tempo para.


O menino sem coração


Chove
Ele procura
Com uma bicicleta
Na rua de pedra
Seu Coração.

Encontra-o
No chão
Chora prantos em vão
Logo vai partir
Logo vai sumir
Logo, sem amar

E Fim.






PS: Hoje eu matei quantas pessoas? D: ainda bem que o meu blog é vazio

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Dostoiévski/Conto

             Voltou a luz aqui, já são 5:30 da tarde, fiquei lendo Dostoiévski.Gostei tanto de um trecho que vou postá-lo aqui para vocês, se interessarem-se, leiam, vale a pena ;)
Memórias do Subterrâneo-Capítulo 3.


"Como as coisas se passam entre aqueles que são capazes de se vingar e, em geral, de se defender?

Quando o desejo de vingança se apodera de seu espírito, não há lugar nele senão para este desejo.Precipitam-se para frente sem se desviar, cornos abaixados, como touros fuiriosos, e não se detêm na carreira senão quando se encontram diante de um muro.A propósito, diante de um muro, esses senhores, isto é, as pessoas simples e espontâneas, os homens de ação, apagam-se e cedem com toda a sinceridade.Para eles esse muro não é de maneira alguma o que é para nós outros, os que pensamos, e , por conseqüencia, não agimos: quer dizer, uma escusa (desculpa, justificativa);não é modo algum, a seus olhos, um pretexto cômodo para arrepiar caminho, pretexto no qual nós outros não acreditamos geralmente, mas do qual aproveitamos com alegria.Não eles, eles cedem de todo o coração.O Muro aos seus olhos um apaziguamento; oferece-lhes uma solução moral, definitiva, direi talvez mesmo mística.Mas tornaremos a falar ainda desse muro.
      Pois bem, é precisamente esse homem simples e espontâneo que considero o homem normal por excelência, no qual pensava nossa terna mãe natureza quando nos fazia amavelmente nascer sobre a terra.Invejo esse homem.Não nego: ele é estúpido.Mas que sabeis a este respeito?È possível que o homem normal deva ser burro.È possível mesmo que seja muito belo.E essa suposição me parece tanto mais justificada quanto, se tomarmos a antítese(algo contrário) do homem normal, isto é, o homem com a consciência refinada, o homem saído não do seio da natureza, mas de um *alambique (é quase misticismo, senhores, mas estou inclinado também a esta suspeita), vê-se que esse homem alambicado(afetado, pressumido) se apaga por vezes a tal ponto diante de sua antítese e lhe cede, que, malgrado todo o refinamento da sua consciência, acontece-lhe não mais se considerar senão tão pequeno como um rato.Será talvez um rato extremamente clarividente(que vê com clareza, cautelozo, prudente, cuidadoso), mas nem por isso é menos que um rato, e não um homem, enquanto o outro é bem um homem; em conseqüencia....etc..etc.MAs o pior é que ele se considera a si mesmo como um ratinho, ele mesmo!Nunguém, com efeito, exige dele essa confissão.E isso é muito importante.
       Vejamos então um pouco esse ratinho em ação.Ele também foi ofendido, por exemplo (ele se sente quase continuamente ofendido), e pretende se vingar.È possível que aculule em si mais raiva ainda que um homem da natureza e da verdade.O desejo desprezível e mesquinho de pagar ao seu ofensor o mal com o mal o domina, talvez ainda mais violentamente do que domina o homem da natureza e da verdade, porque este, em sua rudeza natural, considera sua vingança uma ação perfeitamente justa, enquanto o ratinho não pode admitir a justiça, por causa de sua consciência mais clarividente.Mas ei-nos enfim chegados ao ato mesmo, à vingança.Em acréscimo à vilania inicial, o desgraçado ratinho conseguiu acumular em torno de si, sob a forma de dúvidas e hesitações, tantas outras vilanias, à primeira indagação ajuntou tantas outras, completamente onsolúveis, que, por mais que fizesse, criou em torno de si um atoleiro fatal, um lodação fedorento, um charco de lama, formado de suas hesitações, de suas suspeitas, de sua agitação, de todos os escarros que fazem chover sobre ele os homens de ação que o cercam, o julgam, o aconselham e dele riem a bandeiras despregadas.
        Não lhe resta então mais nada a fazer, evidentemente, a não ser abandonar tudo, simulando desprezo, e desaparecer vergonhosamente no seu buraco.E lá, num sujo e lamacento subterrâneo, nosso ratinho, insultado, batido e escarnecido, lentamente mergulha na sua raiva fria, envenenada e sobretudo inesgotável."



quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Déjà Vu

          Hoje estive pensando sobre Déjà vu, termo francês, que quer dizer "Já vi" ou "Já visto", se pronuncia "Dejáa Vii".Esse fenômeno psíquico ocorre muitas vezes em minha vida, e na vida de outras várias pessoas.Déjà vu, nada mais é do que do que um sentimento, um tipo de reação do cérebro, uma reação psicológica que o cérebor cria, para, talvez, tornar um ambiente mais acolhedor, uma situação mais comum e confortável.Déjà Vus acontecem também talvez por causa da rotina monótona, igual, cotidiana, você acaba registrando o "roteiro do dia" na sua mente, se é acordar, escola, almoçar, lição, computador, jantar, computador, dormir...mais ou menos assim, o cérebro acaba se adaptando tanto, que já tem uma tipo de "previsão"  de saber o que vai acontecer, simplesmente, por causa da rotina.Portanto, a memória humana, pode realmente falhar, ou seja, mesmo que você já tenha visto há muito tempo tal filme, você pode ver agora, e não lembrar de que viu.

               Déjà Vu é simplesmente a sensação de já ter visto algo, e não a previsão do que vai acontecer.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Meus desenhos prometidos

Retrato de Leonardo da Vinci a base de lápis aquarelado.Seria uma releitura de seu auto-retrato, hnm... 09/2009

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Meus desenhos prometidos


Desenho de velho a base de lápis-carvão. 07/2009
Na verdade eu fiz faz um tempo...mas não me recordo da data específica, mas provavelmente foi em julho! E só postei agora hahsauhsua, procrastinação é uma coisa bacana

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Meus desenhos prometidos


Alvo Dumbledore colocando Harry Potter na porta da casa dos Dursleys, R.Dos Alfineiros n°4 08/2009





quarta-feira, 29 de julho de 2009

Silêncio Da Noite

     Silêncio da Noite
    Brinque meu gato, brinque com seu novelo
     Brinque e quebre o silêncio
quebre o silêncio desta noite pacata
Que atordoa espirítos e insulta minh'alma

Ao longe um ou dois cães ladram numa rua pacata
Um outro carro ronca
depois se vai
E me larga em meu medo
iminente
de todas as noites
e me deixa neste silêncio
perturbador

Passa o vigia da rua
em alguma viela distante
O som de sua vigilia rasga a noite
Não tarda a partir
E me largar em meu pesadelo
No seio de meu medo
Em meu medo de sonhar

Passa na rua algum caminhão
Fica parado algum tempo
E em meu olhar lento fico
Cedendo as palpebras às ilusões
E odiando, muitas vezes,
aquele silêncio solitário
noturno
mudo
Silêncio barulhento
 mutuo.

         

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Chicken Foot

Nova Banda (ai vai uma postagem que interessa)
Chicken Foot! Sim, sim, podem rir! O nome é deveras esdrúxulo....pé de galinha, bem, fazer o que? O que eu imagino é o seguinte. Alguém fala:
--Vou ver o pé de galinha!
--Eca, e que gosto tem?
--Er, é uma banda...
Nossa que bosta, Clarissa...Ignorem, sou tosca, mas também não sou idiota, então vou parar por aqui! Haha...
Aí, poxa, dá um desconto eu tenho estúpidos 13 anos e 5 dias e estou feliz e bestializada!
"Chicken Foot"... Seria o nome uma alusão às sexys rugas de meia idade? Bom, levando em conta a idade dos músicos, talvez, é uma teoria...
Bem, voltando ao ponto inicial da questão...O Joe Satriani está na banda! Como já é de conhecimento geral o cara é demais, estupendo guitarrista e foi professor do Steve Vai (que é outro gênio da guitarra).
Até a porcaria do Fresno seria espetacular com Joe. Sim! O Cara é tão bom que faria Fresno (a tortura auditiva) ficar ótimo!
Por incrível que pareça...
Aqui está uma das músicas da banda recém-nascida (deve ter uns 6 meses de existência, mais ou menos) : http://www.youtube.com/watch?v=Qg4CPg7LH8M
Mto boa a Música! Uma das primeiras: "Oh Yeah".
Continuo prometendo a postagem de meus desenhos!