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sexta-feira, 20 de março de 2015
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Sociedade dos Poetas Bêbados - Drinks Literários
Abacagim (Pim) - Lolita

"Lolita, light of my life, fire of my loins. My sin, my soul. Lo-lee-ta: the tip of the tongue taking a trip of three steps down the palate to tap, at three, on the teeth. Lo. Lee. Ta. She was Lo, plain Lo, in the morning, standing four feet ten in one sock. She was Lola in slacks. She was Dolly at school. She was Dolores on the dotted line. But in my arms she was always Lolita."
Bebida predileta de Edgar H. Humbert, personagem do romance "Lolita" de Vladimir Nabokov, o drink mistura suco de abacaxi com gim, e foi carinhosamente apelidado de "Abacagim" (ou Pim, em inglês) pelo personagem. É o fiel ombro de Humbert em momentos de tensão (e também de comemoração).
"Lolita, light of my life, fire of my loins. My sin, my soul. Lo-lee-ta: the tip of the tongue taking a trip of three steps down the palate to tap, at three, on the teeth. Lo. Lee. Ta. She was Lo, plain Lo, in the morning, standing four feet ten in one sock. She was Lola in slacks. She was Dolly at school. She was Dolores on the dotted line. But in my arms she was always Lolita."
Lolita foi publicado em 1955, em Paris, e está entre os livros mais polêmicos do século XX, conta a história do melancólico Humbert, homem de meia idade e professor de literatura e poesia francesa, que, ao se mudar da velha Europa para viver nos EUA, depara-se com uma série de desencontros fortuitos que o fazem se hospedar numa pensão em Ramsdale, New Hampshire. Permanecer na hospedagem não era seu plano inicial, mas após ver Dolores Haze, filha da dona da casa, Charlotte (com quem se casaria apenas para se aproximar da garota), decide ficar na pequena cidade.
Humbert, homem amargo, pedófilo e sensível como um poeta (isso só não é uma antítese para nos lembrarmos de que criatividade e inteligência não são pré-requisito pra uma pessoa ser boa), fica obcecado por Lo, e, após a morte de Charlotte, põe em prática um plano que já vinha arquitetando desde o momento em que viu Lolita: sequestrá-la e por o pé na estrada (e no acelerador), cruzando vários estados, totalmente sem rumo.
É justamente no dia da morte de sua esposa que Humbert prepara este drink tão singular. Como estou me esforçando para não dar muitos spoilers, vocês vão ter de ler o livro para saber se a bebida foi usada para celebrar ou desviar assuntos incriminadores! Bem, aí vai a receita deste clássico:
Ingredientes:
Suco de Abacaxi (200 ml, um copo - de preferência suco natural)
Gim
Gelo
Modo de Preparo:
-Em um recipiente, coloque os 200 ml de suco de abacaxi, acrescente uma dose de gim e duas pedras de gelo, ou mais, se preferir. Beba bem gelado, ideal para dias quentes. Quem é formiga, pode adicionar leite condensado, acrescentando gim à gosto. Lembrando, gim tem teor alcoólico superior ao do whisky, então, bebam com moderação.
Ice Cream Soda

Bem, esta eu posso beber ~legalmente~, haha! Também das páginas de Lolita, o Ice Cream Soda, bebida não-alcoólica de alto teor calórico, é de preparo fácil e rápido. Aparece na história em um Drugstore de Beardsley, pedido por Dolores, após fugir de casa. Aí vai uma bomba calórica (e muito gostosa):Tempo de preparo: aproximadamente 15 min.
Rende: 4 porções bem grandes
Ingredientes
3/4 xícara de xarope de chocolate (podem colocar extra, como a personagem, mas fica muitíssimo doce!)8 colheres de sorvete de chocolate
4 xícaras de água gaseificada (gelada)
1 xícara de leite
Chantilly é opcional
Modo de Preparo:
Coloque 3 colheres de xarope de chocolate em cada um dos quatro copos de 500 ml. Adicione 1/4 de xícara de leite e 1 xícara de água gaseificada para cada e mexa até espumar! Adicione duas colheres de sorvete para cada copo. Cubra com chantilly, se desejar. E, caso queira, coloque uma cereja no topo!Informações: Uma porção de Ice Cream Soda contém: 476 calorias, 17 g de gordura (11 g de gordura saturada), 53 mg de colesterol, 159 mg de sódio, 76 g de carboidrato, 3 g de fibra, 8 g de proteína.
Mint Julep - O Grande Gatsby

Recente sucesso nos cinemas, O Grande Gatsby é um romance escrito por F. Scott Fitzgerald, o mesmo autor de "O Curioso Caso de Benjamin Button". Publicado em 1925, o livro data os tempos de desordem da Primeira Guerra Mundial e o período que a sucede.
Além de uma história de amor, é uma crítica ao American Dream, atribuindo decadência moral, consecutivas decepções, sonhos perdidos e desilusões amorosas (e bota desilusão nisso) aos anos de glória e vacas gordas que sucederam a guerra. Cria-se, então, um contraste: o exterior brilhante, festivo e glamouroso, contrapondo-se com a realidade infeliz, amarga e solitária (à nível emocional) e a hipocrisia e atrofiamento da moral (à nível global).
É narrado pelo jovem Nick Carraway, que conta sobre Jay Gatsby, o misterioso milionário, apaixonado por Daisy (prima de Nick). A história de amor é puro desencontro: antes da guerra, James Gatz, vindo de uma família pobre da zona agrícola da Dakota do Norte, apaixona-se por Daisy Fay, contudo, como oficial da marinha em tempos de guerra, Jay tem de partir. Quando retorna da guerra, a sua amada havia se casado com outro homem, o milionário e insensível Tom Buchanan.
Bom, a receita do drink predileto de Jay Gatsby é esta aqui:
Hidromel (Mead) - Das tavernas e batalhas
Além de uma história de amor, é uma crítica ao American Dream, atribuindo decadência moral, consecutivas decepções, sonhos perdidos e desilusões amorosas (e bota desilusão nisso) aos anos de glória e vacas gordas que sucederam a guerra. Cria-se, então, um contraste: o exterior brilhante, festivo e glamouroso, contrapondo-se com a realidade infeliz, amarga e solitária (à nível emocional) e a hipocrisia e atrofiamento da moral (à nível global).
É narrado pelo jovem Nick Carraway, que conta sobre Jay Gatsby, o misterioso milionário, apaixonado por Daisy (prima de Nick). A história de amor é puro desencontro: antes da guerra, James Gatz, vindo de uma família pobre da zona agrícola da Dakota do Norte, apaixona-se por Daisy Fay, contudo, como oficial da marinha em tempos de guerra, Jay tem de partir. Quando retorna da guerra, a sua amada havia se casado com outro homem, o milionário e insensível Tom Buchanan.
Bom, a receita do drink predileto de Jay Gatsby é esta aqui:
Ingredientes:
1/2 colher de chá de açúcar
1 colher de sopa de água gaseificada
1 dose de whisky bourbon (Jack Daniels)
3 cubos de gelo esmagados
1 colher de sopa de água gaseificada
1 dose de whisky bourbon (Jack Daniels)
3 cubos de gelo esmagados
3 ramos de menta
Modo de Preparo
Pique as folhinhas de menta, bem fininhas. Ponha-as no copo e esmague-as (caso não tenha pilão de vidro use a criatividade). Dissolva açúcar na água gaseificada e acrescente o gelo picado, coloque a mistura no copo, depois despeje a dose de whisky.
Hidromel (Mead) - Das tavernas e batalhas

Uh! Este vale apenas a citação, pois é bem difícil de fazer! haha! O hidromel é o famoso drink dos vikings, aparece diversas vezes em livros de Bernard Cornwell (autor de séries como As Crônicas de Artur e A Busca do Graal), J.R.R Tolkien, George R. R. Martin (quem nunca se revoltou com um querido personagem morto por ele?!), C. S. Lewis e J. K. Rowling.
Esta bebida é feita à partir da fermentação do mel e da água usando leveduras, acrescenta-se também pimenta e uvas em algumas receitas. É chamada de vinho de mel, e é uma das bebidas mais antigas que estão por aí. Foi muito apreciada em civilizações "de guerra", beligerantes, em tempos de muita batalha e sanguinolência. O hidromel enchia os copos nos brindes dos romanos, gregos, celtas, saxões e vikings.
Diz-se que o termo "lua de mel" provém da existência dessa deliciosa bebida, pois após as bodas, os casais deveriam beber hidromel durante o primeiro ciclo lunar para que nascesse um filho do sexo masculino e valente. Para os celtas é a bebida da imortalidade, a bebida dos deuses.
Para quem quiser se aventurar a tentar preparar esta gloriosa bebida, aí vai uma ajudinha. Ou comprem um pronto!
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Hora Zero
Há, veja no relógio, alguns grãos de instantes
É necessário fazer um minuto de luto, de zelo
Daí escrevemos um bilhete para um Eu futuro
Veja, besta, rito tolo, mas compensa.
Regresso em dez tons, ca-den-ci-an-do
Matizes de tempo vão c l a r e a n d o
Até o alvo da meia noite, da zero hora.
E aquele bilhete cheio de tralha em lista, comemorando
É memorando de última hora para uma hierarquia do agora.
Timbre da instituição, número do memorando
Depende da idade que está guardando
Remetente: o presente (em breve, ausente)
Destinatário, ninguém sabe, mas preenche-se sob codinome:
"Anoquevem"
É necessário fazer um minuto de luto, de zelo
Daí escrevemos um bilhete para um Eu futuro
Veja, besta, rito tolo, mas compensa.
Regresso em dez tons, ca-den-ci-an-do
Matizes de tempo vão c l a r e a n d o
Até o alvo da meia noite, da zero hora.
E aquele bilhete cheio de tralha em lista, comemorando
É memorando de última hora para uma hierarquia do agora.
Timbre da instituição, número do memorando
Depende da idade que está guardando
Remetente: o presente (em breve, ausente)
Destinatário, ninguém sabe, mas preenche-se sob codinome:
"Anoquevem"
Depois o memorando é esquecido nas gavetas
E - com os fógos - no abraço de outrem.
E - com os fógos - no abraço de outrem.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
A Desventura de Scliar
É extremamente revoltante ver a insolência e falta de criatividade do escritor Yann Martel ao praticamente plagiar a obra de Moacyr (Max e os Felinos) em "Life of Pi", e ainda menosprezar a fonte de toda sua "influência" dizendo que a ideia "fora mal aproveitada" pelo escritor brasileiro! Fala sério, e produzirem um filme depois disso tudo? Vergonhoso!
O título da postagem não faz jus ao estado de espírito nobre e pacífico de Moacyr, que não se abalou com a coisa toda, mas descreve bem o meu! haha, para mim, um plágio como este é extremamente desonesto e, mais que isso, a atitude ofensiva e esnobe de Yann demonstra uma baita falta de caráter! Bem, tirem suas próprias conclusões após verem o vídeo. Eu gostaria de fazer uma postagem mais digna e extensa, mas a cozinha e a família estão chamando! hahaha
Enfim, Feliz fim de ano e comam bastante hoje! Um forte abraço! (;
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Fármacos e Filosofia Fraca
Nesse caso? A Alopatia!
Eis aqui a primeira caixa de Anti-dicas! Avisos úteis para que você, caro leitor, não faça o mesmo! Resolvi passar na biblioteca do CCSP a fim de alugar um livro aleatoriamente, escolher um livro sem julgamentos prévios, sem nem mesmo ler a sinopse.Percorri as estantes distraidamente e parei em um livro nominado “Mais Platão, menos Prozac”, o nome me intrigou, e aluguei, afinal, nem era um livro muito extenso. Enfim, foi de fato fortuito, eu sequer havia ouvido falar do título.
Nas primeiras linhas pareceu promissor, até achei desenvolto e bem humorado, mas a desilusão não veio tarde, já nos primeiros capítulos é inegável a sensação de estar lendo um livro de auto-ajuda, que contém mais meros silogismos (que qualquer pessoa é capaz de concluir) do que análises aprofundadas e filosóficas sobre o cotidiano e as formas de lidar com os problemas.
O livro "Mais Platão, menos Prozac" foi escrito pelo doutor canadense em Filosofia da Ciência, Lou Marinoff, pioneiro no aconselhamento filosófico, um movimento que acumula "discípulos" desde os anos 90.
Mesmo a fama deste livro sendo irrevogável, ainda tenho dúvidas em relação ao explanado e apresentado no texto. Ao meu ver, Marinoff parece condensar a filosofia em algo minúsculo e leviano, o que comprova minha impressão de que as coisas estão todas virando fast-food realmente, filmes calóricos e sem vitaminas, livros gordos e sem consistência e o encurtamento de todos os conceitos possíveis, tudo que requer tempo para ser compreendido, no agora, é ignorado ou suprimido, à la WinRAR.
No livro citado gostei da crítica que o canadense faz sobre as inacabáveis rotulações de doenças mentais, de fato, há uma "taxonomia" exacerbada, tudo virou patologia! Contudo, devo dizer que os conceitos foram tratados de forma superficial. Se encarássemos livros como alimentos (caramba, eu devo estar com fome pra fazer comparação com comida toda hora), há os nutrientes plásticos (construtores), nutrientes energéticos e nutrientes reguladores (protetores), estes seriam comparáveis, respectivamente, a livros teóricos (contróem a ideologia), fictícios (propulsionam a criatividade) e didáticos (a técnica que te impede de ser pateta).
Nessa minha metáfora esfomeada, o livro de Marinoff é como um chá de camomila industrializado, algo que tem o intuito de acalmar, não tem gordura, quase não tem vitamina, não presta pra nada, todo mundo vive sem chá de camomila perfeitamente bem!
Lou Marinoff, lembrando, é favorável ao sistema P.E.A.C.E., àqueles cinco mandamentos que sempre me lembraram o Método Científico que tive de decorar no sétimo ano do fundamental: Problema (identificar o problema); Emoções (o que você sente sobre isso); Analise (descubra quais medidas possíveis solucionarão seu problema); Contemplação (Medite sobre tudo) e Equilíbrio (Escutar sua mente). Isso não é ridículo? Até parece que a mente é definida por botões.
Essa tendência decadente de reduzir todo o pensamento em função de uma suposta falta de tempo é horrível, não há mais espaço pro conhecimento porque ele deve ser aprendido, não decepado, posto em fórmulas genéricas. Nos anos 90' víamos o capitalismo ascender com louvor, com a espada da tecnologia e o cetro da economia, a sua frota de infinitas bugigangas, época em que o método apresentado pelo canadense prosperou.
Os conceitos propostos por Marinoff são provas da submissão do homem ao dinheiro e ao tempo, a capitalização das soluções em formato de livro genérico, senhor de todas as soluções, em um lugar, numa leitura fácil e sem embaraços. O autor mistura uma pá de conceitos, Buda com cristianismo, somados a citações voláteis de uma legião de filósofos (divergentes!) em menos de duas páginas! É evidente que eu prefiro Platão a Prozac! Mas não com uma abordagem-gororoba dessas!
Enfim,o conselho que dou? Alugue livros sem saber sobre eles! Exato! Dizer isso não era o esperado, até porque aqui é o setor das Anti-dicas, mas, sinceramente, toda experiência é um nutriente plástico.
Ah, mas alugue, nunca compre um livro sem prévias noções!
Outras Anti-dicas:
-Caso compre o iorgurte grego de frutas vermelhas (que é delicioso) não engula uma colherada gigante, você pode se engasgar com uma amora monstra que está lá (eu me engasguei, a esfomeada, típico).-Não entre numa biblioteca sem óculos (se você for míope), é ridículo, não há diferença entre um miope sem óculos e uma barata tonta.
-Não leia no metrô nem no ônibus diariamente, o constante movimento faz com que (em algumas pessoas com efeito maior) a retina se descole, assim como um traumatismo violento na face ou na cabeça. A retina neural se descola da retina pigmentar, os sintomas são manchas flutuantes no campo visual, como moscas, mas de tom arroxeado.
-Ah! Não interprete anti-dicas como dicas, elas são dicas de fato, mas é mais legal colocar o prefixo!
sábado, 13 de outubro de 2012
Dica
Novamente, mais uma dica para os ávidos leitores! Que, provavelmente, já até devem conhecer o site que irei indicar! Eis aqui um site de busca que aponta bons sebos para você efetuar sua compra (os preços são ótimos!). No site, o sebo que cadastrou o livro em questão informa características como peso, condição em que se encontra e a editora. http://www.estantevirtual.com.br/
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Monstruário
Há uns dois minutos estava vendo as atualizações do facebook, eis que me deparo com um link compartilhado sobre uma manifestação desastrosa em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Na quinta feira (04/10, ontem) houve um protesto em frente à prefeitura municipal de Porto Alegre, na praça Montevideo. Vários cidadãos protestavam contra as privatizações feitas pela administração do prefeito José Fortunati do PDT. Um dos locais privatizados foi o Largo Glênio Peres, privatização que foi feita a partir de um acordo com a Coca-Cola.
Os manifestantes, pacificamente, permaneceram no logradouro até à noite, foi quando as coisas se complicaram. Os reivindicantes decidiram se dirigir ao Largo Glênio Pires para protestar contra a privatização propriamente dita, e lá havia um boneco de um Tatu representando o patrocínio da Coca-Cola. Havia (de acordo com o link acima) cerca de 20 guardas municipais e 19 policiais militares a postos, os ativistas se aproximaram e os militares continuaram passivos, somente quando a massa civil que protestava começou a ultrapassar as grades que cercavam o boneco os policiais agiram. E agiram de forma bruta, cruel e injusta. As cenas são horríveis e absurdas.
Me pergunto, a que ponto chegamos? Sim, exatamente essa pergunta clichê que faço, mas que parece a mais adequada a todo esse show de horrores, a esse espetáculo de carnificina. Quando li a reportagem pensei na palavra esperança, e quão bela ou tola ela soava nesse contexto doentio que o nosso plano político e militar nacional conseguiu atingir, passamos do limite do anormal, a polícia está muito longe de ser a égide da população, essa realidade não pode sequer ser chamada de beligerante, acho que nem essa palavra comporta toda a vilania, a frieza e a brutalidade disso tudo...
*E o curioso é essa versão do G1 engraçada escolha de palavras...
Os manifestantes, pacificamente, permaneceram no logradouro até à noite, foi quando as coisas se complicaram. Os reivindicantes decidiram se dirigir ao Largo Glênio Pires para protestar contra a privatização propriamente dita, e lá havia um boneco de um Tatu representando o patrocínio da Coca-Cola. Havia (de acordo com o link acima) cerca de 20 guardas municipais e 19 policiais militares a postos, os ativistas se aproximaram e os militares continuaram passivos, somente quando a massa civil que protestava começou a ultrapassar as grades que cercavam o boneco os policiais agiram. E agiram de forma bruta, cruel e injusta. As cenas são horríveis e absurdas.
Me pergunto, a que ponto chegamos? Sim, exatamente essa pergunta clichê que faço, mas que parece a mais adequada a todo esse show de horrores, a esse espetáculo de carnificina. Quando li a reportagem pensei na palavra esperança, e quão bela ou tola ela soava nesse contexto doentio que o nosso plano político e militar nacional conseguiu atingir, passamos do limite do anormal, a polícia está muito longe de ser a égide da população, essa realidade não pode sequer ser chamada de beligerante, acho que nem essa palavra comporta toda a vilania, a frieza e a brutalidade disso tudo...
*E o curioso é essa versão do G1 engraçada escolha de palavras...
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
"Your Smile So Warm"
Sabe quem é este aqui?
Conrad Veidt, ator alemão que inspirou Bob Kane e Bill Finger para criar o genial Joker! (:
Conrad Veidt, ator alemão que inspirou Bob Kane e Bill Finger para criar o genial Joker! (:
![]() |
| Veidt em "The Man Who Laughts" - (O Homem Que Ri) filme expressionista alemão. O longa foi dirigido por Paul Leni e tem o roteiro inspirado pelo romance de Victor Hugo "O Corcunda de Notre Dame" |
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Dica
Para os leitores de plantão, tenho aqui um site maravilhoso:
http://bibliotecasocialvirtual.wordpress.com/

O site conta com um grande acervo de variados títulos, é ótimo para pesquisa! Recomendo!
http://bibliotecasocialvirtual.wordpress.com/
O site conta com um grande acervo de variados títulos, é ótimo para pesquisa! Recomendo!
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